segunda-feira, 15 de outubro de 2012

No português, é usado no â, ê e ô. Os dois últimos denotam as vogais médias fechadas tônicas [e] e [o]. O â (sempre antes de uma consoante nasal - m ou n: pântano, câmara) denota uma vogal central tônica, levemente nasalizada no português falado no Brasil. É às vezes empregado para distinguir certas palavras,como por exemplo tem e têm. Seu uso tem sido bastante reduzido como conseqüência das reformas ortográficas

domingo, 14 de outubro de 2012

Ocorre quando duas ou mais palavras formam uma expressão com sentido de interjeição.
Por exemplo : Ora bolas!     Quem me dera!       Virgem Maria!     Meu Deus!       Ó de casa!
Ai de mim!     Valha-me Deus!     Graças a Deus!       Alto lá!          Muito bem!

Observações:
1) As interjeições são como frases resumidas, sintéticas.
Por exemplo:

! = Eu não esperava por essa!
Perdão! = Peço-lhe que me desculpe.

2) Além do contexto, o que caracteriza a interejeição é o seu tom exclamativo; por isso, palavras de outras classes gramaticais podem aparecer como interjeições.
Por exemplo:
Viva! Basta! (Verbos)
Fora! Francamente! (Advérbios)

3) A interjeição pode ser considerada uma "palavra-frase" porque sozinha pode constituir uma mensagem.
Por exemplo:

Socorro!
Ajudem-me!
Silêncio!
Fique quieto!

4) Há, também, as interjeições onomatopaicas ou imitativas, que exprimem ruídos e vozes.
Por exemplo:
Pum! Miau! Bumba! Zás! Plaft! Pof!
Catapimba! Tique-taque! Quá-quá-quá!, etc.

5) Não se deve confundir a interjeição de apelo "ó" com a sua homônima "oh!", que exprime admiração, alegria, tristeza, etc. Faz-se uma pausa depois do" oh!" exclamativo e não a fazemos depois do "ó" vocativo.
Por exemplo:
"Ó natureza! ó mãe piedosa e pura!" (Olavo Bilac)
Oh! a jornada negra!" (Olavo Bilac)

6) Na linguagem afetiva, certas interjeições, originadas de palavras de outras classes, podem aparecer flexionadas no diminutivo ou no superlativo.
Por exemplo:
Calminha! Adeusinho! Obrigadinho!
Interjeições, leitura e produção de textos

Usadas com muita frequência na língua falada informal, quando empregadas na língua escrita, as interjeições costumam conferir-lhe certo tom inconfundível de coloquialidade. Além disso, elas podem muitas vezes indicar traços pessoais do falante - como a escassez de vocabulário, o temperamento agressivo ou dócil, até mesmo a origem geográfica. É nos textos narrativos - particularmente nos diálogos - que comumente se faz uso das interjeições com o objetivo de caracterizar personagens e, também, graças à sua natureza sintética, agilizar as falas. Natureza sintética e conteúdo mais emocional do que racional fazem das interjeições presença constante nos textos publicitários
Exclamativas:
Nossa a mamãe está linda hoje!
Que dia lindo!
Que menino mau-educado!
Eu te amo muito!
Que saudade da vovó!

Frases desses tipos são as que expressam admiração, alegria, indignação, ou seja, sentimentos.

Imperativas:
Vá para casa agora!
Não vai!
Felipe, entre agora!
Não fume neste local!
Vá estudar!

São frases em que se dá uma ordem à alguém.
Exclamativa:
Que tédio!
Estou desanimado!
Que Lindo!
Que coisa!
Como é bela!

Imperativas

Cuidado, olhe por onde pisa!
Para trás agora!
Vá tomar banho!
Vai trabalhar vagabundo!
Limpe-se!
Sai fora malandro!
http://www.brasilescola.com/gramatica/os-pontos.htm

sábado, 13 de outubro de 2012

pontos

O ponto e vírgula indica uma pausa maior que a vírgula e menor que o ponto. Quanto à melodia da frase, indica um tom ligeiramente descendente, mas capaz de assinalar que o período não terminou. Emprega-se nos seguintes casos:
- para separar orações coordenadas não unidas por conjunção, que guardem relação entre si.
    Por Exemplo:
      O rio está poluído; os peixes estão mortos.

    - para separar orações coordenadas, quando pelo menos uma delas já possui elementos separados por vírgula.
      Por Exemplo:
        O resultado final foi o seguinte: dez professores votaram a favor do acordo; nove, contra.

      - para separar itens de uma enumeração.
        Por Exemplo:
          No parque de diversões, as crianças encontram:
          brinquedos;
          balões;
          pipoca.
      - para alongar a pausa de conjunções adversativas (mas, porém, contudo, todavia, entretanto, etc.) , substituindo, assim, a vírgula.
        Por Exemplo:
          Gostaria de vê-lo hoje; todavia, só o verei amanhã.

        - para separar orações coordenadas adversativas quando a conjunção aparecer no meio da oração.
          Por Exemplo:
            Esperava encontrar todos os produtos no supermercado; obtive, porém, apenas alguns.

          Dois-pontos ( : )
          O uso de dois-pontos marca uma sensível suspensão da voz numa frase não concluída. Emprega-se, geralmente:
          - para anunciar a fala de personagens nas histórias de ficção.
            Por Exemplo:
              "Ouvindo passos no corredor, abaixei a voz :
              – Podemos avisar sua tia, não?" (Graciliano Ramos)
          - para anunciar uma citação.
            Por Exemplo:
              Bem diz o ditado: Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
              Lembrando um poema de Vinícius de Moraes: "Tristeza não tem fim, Felicidade sim."

            - para anunciar uma enumeração.
              Por Exemplo:
                Os convidados da festa que já chegaram são: Júlia, Renata, Paulo e Marcos.
            - antes de orações apositivas.
              Por Exemplo:
                Só aceito com uma condição: Irás ao cinema comigo.
            - para indicar um esclarecimento, resultado ou resumo do que se disse.
              Exemplos:
                Marcelo era assim mesmo: Não tolerava ofensas.
                Resultado: Corri muito, mas não alcancei o ladrão.
                Em resumo: Montei um negócio e hoje estou rico.

              Obs.: os dois-pontos costumam ser usados na introdução de exemplos, notas ou observações. Veja:
                Parônimos são vocábulos diferentes na significação e parecidos na forma.
                Exemplos:
                  ratificar/retificar, censo/senso, etc.
              Nota: a preposição "per", considerada arcaica, somente é usada na frase "de per si " (= cada um por sua vez, isoladamente).
              Observação: na linguagem coloquial pode-se aplicar o grau diminutivo a alguns advérbios: cedinho, melhorzinho, etc.
              - na invocação das correspondências.
                Por Exemplo:
                  Prezados Senhores:
                  Convidamos a todos para a reunião deste mês, que será realizada dia 30 de julho, no auditório da empresa.
                  Atenciosamente,
                  A Direção

                pontos

                O ponto e vírgula indica uma pausa maior que a vírgula e menor que o ponto. Quanto à melodia da frase, indica um tom ligeiramente descendente, mas capaz de assinalar que o período não terminou. Emprega-se nos seguintes casos:
                - para separar orações coordenadas não unidas por conjunção, que guardem relação entre si.
                  Por Exemplo:
                    O rio está poluído; os peixes estão mortos.

                  - para separar orações coordenadas, quando pelo menos uma delas já possui elementos separados por vírgula.
                    Por Exemplo:
                      O resultado final foi o seguinte: dez professores votaram a favor do acordo; nove, contra.

                    - para separar itens de uma enumeração.
                      Por Exemplo:
                        No parque de diversões, as crianças encontram:
                        brinquedos;
                        balões;
                        pipoca.
                    - para alongar a pausa de conjunções adversativas (mas, porém, contudo, todavia, entretanto, etc.) , substituindo, assim, a vírgula.
                      Por Exemplo:
                        Gostaria de vê-lo hoje; todavia, só o verei amanhã.

                      - para separar orações coordenadas adversativas quando a conjunção aparecer no meio da oração.
                        Por Exemplo:
                          Esperava encontrar todos os produtos no supermercado; obtive, porém, apenas alguns.

                        Dois-pontos ( : )
                        O uso de dois-pontos marca uma sensível suspensão da voz numa frase não concluída. Emprega-se, geralmente:
                        - para anunciar a fala de personagens nas histórias de ficção.
                          Por Exemplo:
                            "Ouvindo passos no corredor, abaixei a voz :
                            – Podemos avisar sua tia, não?" (Graciliano Ramos)
                        - para anunciar uma citação.
                          Por Exemplo:
                            Bem diz o ditado: Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
                            Lembrando um poema de Vinícius de Moraes: "Tristeza não tem fim, Felicidade sim."

                          - para anunciar uma enumeração.
                            Por Exemplo:
                              Os convidados da festa que já chegaram são: Júlia, Renata, Paulo e Marcos.
                          - antes de orações apositivas.
                            Por Exemplo:
                              Só aceito com uma condição: Irás ao cinema comigo.
                          - para indicar um esclarecimento, resultado ou resumo do que se disse.
                            Exemplos:
                              Marcelo era assim mesmo: Não tolerava ofensas.
                              Resultado: Corri muito, mas não alcancei o ladrão.
                              Em resumo: Montei um negócio e hoje estou rico.

                            Obs.: os dois-pontos costumam ser usados na introdução de exemplos, notas ou observações. Veja:
                              Parônimos são vocábulos diferentes na significação e parecidos na forma.
                              Exemplos:
                                ratificar/retificar, censo/senso, etc.
                            Nota: a preposição "per", considerada arcaica, somente é usada na frase "de per si " (= cada um por sua vez, isoladamente).
                            Observação: na linguagem coloquial pode-se aplicar o grau diminutivo a alguns advérbios: cedinho, melhorzinho, etc.
                            - na invocação das correspondências.
                              Por Exemplo:
                                Prezados Senhores:
                                Convidamos a todos para a reunião deste mês, que será realizada dia 30 de julho, no auditório da empresa.
                                Atenciosamente,
                                A Direção

                              pontos

                              O ponto de exclamação é usado no final de frases exclamativas, com a finalidade de indicar estados emocionais, tais como: espanto, surpresa, alegria, dor, súplica, etc.

                              O ponto de interrogação é usado no final de frases interrogativas diretas, com a finalidade de indicar uma pergunta com intenção afirmativa.

                              No entanto, os escritores, para dar uma impressão de que o interlocutor, além de questionar a informação dada, está muito surpreso, usam o ponto de interrogação seguido de uma exclamação. E também quando querem dar uma gradação à surpresa, colocam até duas exclamações. Exemplo:
                              • - Então, Teresa, teremos todos os convidados com sua permissão ou não.
                              - ?!

                              - E você terá que estar linda e maravilhosa!

                              - ?!!

                              Veja outro exemplo:
                              • (...) Quanto ao seu quarto "casamento"com T.C.Lee, o cavalheiro elegante de oitenta e cinco anos que nossa família em Beijing recebeu amavelmente quando ele e nossa mãe passara a "lua de mel"na China. Bem, na verdade eles jamais se casaram.
                              • - O que?! exclamaram minhas irmãs.
                              • - É verdade - eu disse, para explicar por que não iam mencioná-lo no obituário.(..)

                              crase

                              A crase caracteriza-se como a fusão de duas vogais idênticas, relacionadas ao emprego da preposição “a” com o artigo feminino a (s), com o “a” inicial referente aos pronomes demonstrativos – aquela (s), aquele (s), aquilo e com o “a” pertencente ao pronome relativo a qual (as quais). Casos estes em que tal fusão se encontra demarcada pelo acento grave (`): à(s), àquela, àquele, àquilo, à qual, às quais.

                              Trata-se de uma particularidade gramatical de relevante importância, dado o seu uso de modo frequente. Diante disso, compreendermos os aspectos que lhe são peculiares, bem como sua correta utilização é, sobretudo, sinal de competência linguística, em se tratando dos preceitos conferidos pelo padrão formal que norteia a linguagem escrita.

                              Há que se mencionar que esta competência linguística, a qual se restringe a crase, está condicionada aos nossos conhecimentos acerca da regência verbal e nomimal, mais precisamente ao termo regente e termo regido. Ou seja, o termo regente é o verbo ou nome que exige complemento regido pela preposição “a”, e o temo regido é aquele que completa o sentido do termo regente, admitindo a anteposição do artigo a(s). Como explicitamente nos revela os exemplos a seguir:

                              Refiro-me a(a) funcionária antiga, e não a(a)quela contratada recentemente.
                              Refiro-me à funcionária antiga, e não àquela contratada recentemente.

                              Notamos que o verbo referir, analisado de acordo com sua transitividade, classifica-se como transitivo indireto, pois sempre nos referimos a alguém. Constatamos que o fenômeno se aplicou mediante os casos anteriormente mencionados, ou seja, fusão da preposição a + o artigo feminino (à) e com o artigo feminino a + o pronome demonstrativo aquela (àquela).


                              A fim de ampliarmos nossos conhecimentos sobre as circunstâncias em que se requer ou não o uso da crase, analisaremos:


                              # O termo regente deve prescindir-se de complemento regido da preposição “a”, e o temo regido deve admitir o artigo feminino “a” (s):Exemplos:

                              As informações foram solicitadas à diretora.
                              (preposição + artigo)

                              Nestas férias, faremos uma visita à Bahia.
                              (preposição + artigo)

                              Observação importante:
                              Alguns recursos nos servem de subsídios para que possamos confirmar a ocorrência ou não da crase. Eis alguns deles:
                              a) Substitui-se a palavra feminina por uma masculina equivalente. Caso ocorra a combinação a+o(s), a crase está confirmada.Exemplos:

                              As informações foram solicitadas à diretora.
                              As informações foram solicitadas ao diretor.

                              b) No caso de nomes próprios geográficos, substitui-se o verbo da frase pelo verbo voltar. Caso resulte na expressão “voltar da”, há a confirmação da crase.Exemplos:

                              Faremos uma visita à Bahia.
                              Faz dois dias que voltamos da Bahia. (crase confirmada)

                              Não me esqueço da viagem a Roma.
                              Ao voltar de Roma, relembrarei os belos momentos jamais vividos.

                              Atenção:

                              Nas situações em que o nome geográfico apresentar-se modificado por um adjunto adnominal, a crase está confirmada.
                              Exemplos:

                              Atendo-me à bela Fortaleza, senti saudades de suas praias.

                              # A letra “a” dos pronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s) e aquilo receberão o acento grave se o temo regente exigir complemento regido da preposição “a”. Exemplos:

                              Entregamos a encomenda àquela menina.
                              (preposição + pronome demonstrativo)

                              Iremos àquela reunião.
                              (preposição + pronome demonstrativo)

                              Sua história é semelhante às que eu ouvia quando criança. (àquelas que eu ouvia quando criança)
                              (preposição + pronome demonstrativo)

                              # A letra “a” que acompanha locuções femininas (adverbiais, prepositivas e conjuntivas) recebe o acento grave: Exemplos:

                              * locuções adverbiais: às vezes, à tarde, à noite, às pressas, à vontade...
                              * locuções prepositivas: à frente, à espera de, à procura de...
                              * Locuções conjuntivas: à proporção que, à medida que.

                              Casos passíveis de nota:
                              * Em virtude da heterogênea posição entre autores, o uso da crase torna-se optativo quando se referir a locuções adverbiais que representem meio ou instrumento.
                              Exemplos:

                              O marginal foi morto a bala pelos policiais. (Poderíamos dizer que ele foi morto a tiro)
                              Marcela redige todos os seus trabalhos a máquina. (Poderia ser a lápis)

                              * Constata-se o uso da crase se as locuções prepositivas à moda de, à maneira de apresentarem-se implícitas, mesmo diante de nomes masculinos.Exemplos:

                              Tenho compulsão por comprar sapatos à Luis XV. (à moda de Luís XV)

                              * Não se efetiva o uso da crase diante da locução adverbial “a distância”.

                              Na praia de Copacabana, observamos a queima de fogos a distância.

                              Entretanto, se o referido termo se constituir de forma determinada, teremos uma locução prepositiva. Mediante tal ocorrência, a crase está confirmada. Exemplo:

                              O pedestre foi arremessado à distância de cem metros.

                              - De modo a evitar o duplo sentido, faz-se necessário o emprego da crase.Exemplo:

                              Ensino à distância.
                              Ensino a distância.

                              # Em locuções adverbiais formadas por palavras repetidas, não há ocorrência da crase. Exemplo:

                              Ela ficou frente a frente com o agressor.


                              Casos em que não se admite o emprego da crase:
                              # Antes de vocábulos masculinos.Exemplos:

                              As produções escritas a lápis não serão corrigidas.
                              Esta caneta pertence a Pedro.

                              # Antes de verbos no infinitivo. Exemplos:

                              Ele estava a cantar quando seu pai apareceu repentinamente.
                              No momento em que preparávamos para sair, começou a chover.

                              # Antes de numeral.
                              Exemplo:

                              Cegou a cento e vinte o número de feridos daquele acidente.

                              Observação:
                              - Nos casos em que o numeral indicar horas, configurar-se-á como uma locução adverbial feminina, ocorrendo, portanto, a crase.
                              Os passageiros partirão às dezenove horas.

                              - Diante de numerais ordinais femininos a crase está confirmada, visto que estes não podem ser empregados sem o artigo.
                              As saudações foram direcionadas à primeira aluna da classe.

                              # Antes da palavra casa, quando essa não se apresentar determinada.Exemplo:

                              Chegamos todos exaustos a casa.

                              Entretanto, se a palavra casa vier acompanhada de um adjunto adnominal, a crase estará confirmada.
                              Chegamos todos exaustos à casa de Marcela.

                              # Antes da palavra “terra”, quando essa indicar chão firme.Exemplo:

                              Quando os navegantes regressaram a terra, já era noite.

                              Contudo, se o referido termo estiver precedido por um determinante ou referir-se ao planeta Terra, ocorrerá a crase.
                              Paulo viajou rumo à sua terra natal.

                              # Quando os pronomes indefinidos “alguma, certa e qualquer” estiverem subentendidos entre a preposição “a” e o substantivo, não ocorrerá a crase.Exemplo:

                              Caso esteja certo, não se submeta a humilhação. (a qualquer humilhação)

                              # Antes de pronomes que requerem o uso do artigo.Exemplos:

                              Os livros foram entregues a mim.

                              Dei a ela a merecida recompensa.

                              Observação:
                              Pelo fato de os pronomes de tratamento relativos à senhora, senhorita e madame admitirem artigo, o uso da crase está confirmado no “a” que os antecede, no caso de o termo regente exigir a preposição.

                              Todos os méritos foram conferidos à senhorita Patrícia

                              sábado, 6 de outubro de 2012